sábado, 16 de junho de 2012

O tempo do tempo



Por Andréa Barros

Provavelmente você já se fez várias perguntas do tipo:
“ Por que demora tanto para eu receber minha bênção?”
 “Deus está me ouvindo?”

Em Eclesiastes 3:1-13 está escrito:

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
Que proveito tem o trabalhador naquilo em que trabalha?
Tenho visto o trabalho que Deus deu aos filhos dos homens, para com ele os exercitar.
Tudo fez formoso em seu tempo; também pôs o mundo no coração do homem, sem que este possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até ao fim.
Já tenho entendido que não há coisa melhor para eles do que alegrar-se e fazer bem na sua vida;
E também que todo o homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho; isto é um dom de Deus.

Embora o texto bíblico seja tão claro ao citar que cada coisa tem um tempo determinado, nós, pela nossa condição humana temos pressa. Porém, tudo demanda um tempo, um trabalho.  Enquanto isso, resta-nos aprender a ter paciência. E é justamente neste “tempo do tempo” que devemos estar mais atento com relação a nossa fé para que possamos esperar o tempo necessário, sem perder a fé e aproveitarmos a nossa vida, como cita os versículos:

Já tenho entendido que não há coisa melhor para eles do que alegrar-se e fazer bem na sua vida;
E também que todo o homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho;”
 Pois
 “isto é um dom de Deus.”

É preciso ainda, levarmos em consideração, pois é extremamente importante, o que está escrito em Eclesiastes 9:8:
“Em todo o tempo sejam alvas as tuas roupas, e nunca falte o óleo sobre a tua cabeça.”

Não importa qual a dificuldade, o problema, a situação. Atente para o “Em todo o tempo”, ou seja, sempre, constantemente. E, também, para o “nunca falte o óleo sobre a tua cabeça.” Aqui, o conselho é o mesmo.  

No entanto, sem a fé este versículo não se cumpre na sua vida, portanto, ao observá-lo, leve em consideração:

·         Roupas alvas, brancas referem-se à santidade dos servos de Deus, perante o Pai;

·         O óleo tipifica o Espírito Santo agindo na vida do cristão e, consequentemente, representa a unção.

Atente para estes conselhos e tenha uma vida abençoada em qualquer circunstância, mesmo que pareça impossível.

Seguindo este conceito de tempo determinado dentro do contexto de tempo constante, faça tudo o que deve ser feito, não qualquer coisa, pois aí implica em consequências.
E lembre-se: Deus é o dono de todo o tempo. Viva, trabalhe e tenha fé sempre, pois a prova da sua fé produz perseverança [Tiago 1:3] e, também, a fé luta contra todas as circunstâncias:
“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.” [Hebreus 11:1]

Em todo tempo tenha fé.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Perseverança





"Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa,


Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu.


E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras,


Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia. "


Hebreus 10:22-25







A. B.


sábado, 2 de junho de 2012


Para descontrair ...

Como todo o respeito.


Tem anjo...




Namoro do crente...




e teatro de fantoche.



:D

quinta-feira, 17 de maio de 2012


2º domingo de maio

                                                                                                                                                   
Por Andréa Barros


Pego o celular e seleciono umas músicas para ouvir enquanto cozinho, pois só assim as coisas vão mais rápido. Estímulo musical é tudo. Pelo menos pra mim. Falei isto para o Daniel, meu sobrinho de seis anos, e ele falou pra minha mãe algo do tipo: ela só funciona com música...

Bem... as voltas com as panelas e outras cositas mais e entre uma conversa e outra com a minha mãe, fiquei tentando imaginar o que a Bruna ia apresentar logo mais a noite, na igreja. Pelos comentários, uma coisa está garantida: boas risadas.

Termino de preparar o almoço enquanto a minha mãe põe a mesa e aí, o Dan diz mais uma pérola. Ao tentar dizer que a família vai almoçar toda reunida, exceto pelo avô, ele solta esta: “parece uma família unida”.

Comecei a rir antes do almoço. Isto é bom. Acho que a noite promete.

Almoço, arrumo tudo e vou para casa trocar de roupa.

Por conta do dia chego atrasada à igreja e, ao chegar, percebo que não há mais lugares disponíveis, pois está lotada. Acho que fizeram muita propaganda... Olho para o púlpito e vejo a Bruna em frente a ele, fazendo uma espécie de stand up. Eu ri. E acho que todo mundo, também.

Perdi parte das apresentações, mas cheguei a tempo de assistir à peça sobre o dia das mães.

Foi curta e divertida. A Thaís fez uma mãe neurótica muito engraçada; a Bárbara uma profissional mãe (é isso mesmo, não se trata de erro) de dar inveja; a Laura uma chefe de repartição pública e os filhos foram interpretados pelos jovens: Alex, Anderson, Vanessa, Débora e a Bruna.

O momento mais hilário destes últimos foi quando a personagem da Débora cantou igual a uma taquara rachada “para a nossa alegria” e para a tristeza dos nossos ouvidos.

Após a apresentação houve a clássica entrega dos presentinhos às mães. Isto, com a devida participação de seus respectivos pimpolhos e outros nada pimpolhos assim... Não é, Simões?

Pra terminar, todas as mamães posaram para as fotos, pois, não poderia faltar o registro deste dia. E eu, o que posso dizer disto tudo de forma bem simples? “gosti”, como disse a Bruna ao encerrar a sua participação. E, também, é claro, com um muito obrigado pelo empenho dos jovens Betesda. Deus os abençoe.

Antes que eu me despeça...

O Débora...

Tomara que alguém vá cantar debaixo da sua janela:

“Para a noooooooooooooossa alegriaaa”

Pronto: falei.


 Um abraço.